segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS


ESTE ESPAÇO É DEDICADO AOS ALUNOS E INTERESSADOS EM ASSUNTOS RELACIONADOS À NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. TEREMOS MATÉRIAS, AULAS E VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO. ABAIXO SEGUE OS PRIMEIROS ENDEREÇOS ELETRÔNICOS SOBRE O ASSUNTO.



ATENÇÃO ALUNOS AS NOTAS (N2 e Média Final) JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS NA PARTE DEBAIXO DSTE BLOG. NAS COLUNAS QUE ESTÃO EM BRANCO, É NECESSÁRIO CLICAR EM CIMA DA LINHA CORRESPONDENTE PARA VISUALIZAR A NOTA.  ABCS... QUALQUER COISA SE COMUNIQUEM NO MEU E-MAIL -   costa-garcia@ig.com.br



TEXTOS - AULAS:

1)  Um Ensaio Sobre o Comércio Exterior
2a)  Protecionismo, dumping
3)  produtividade e competitividade
4) Produtividade: Brasil leva uma surra dos EUA
5) PIB: conceitosPIB per capitaA visão de Pikety sobre a Renda
6) balanço de pagamentos
7)  regras basicas-que-sua-empresa-precisa-praticar-no-comercio-exterior/89095/
 8)negociação com o importador

N2 - Textos 9 , 10 , 11e 12  - PROVA dia 02/12/2016

9)      logística interncional
10)   como iniciar exportações e importações
11     BRICS
12    Recursos Humanos multinacionais brasileiras e estrangeiras

REPORTAGENS JORNAIS E REVISTAS:

1) Perda competitividade
2) superavit Balança Comercial
Brasil, um país fechado

VÍDEOS:

vídeo 1 ) Comércio Internacional




vídeo 2) origem do comercio internacional e a OMC



vídeo 3)  Produtividade



vídeo ;  países más ricos






2b) Liberalismo e Protecionismo

Recebe o nome de liberalismo econômico a ideologia de que estado não deve intervir nas relações econômicas que existem entre indivíduos, classes ou nações. O liberalismo defende o livre uso, da parte de cada indivíduo ou membro de uma sociedade, de sua propriedade, sendo partidário da livre-empresa, em oposição ao socialismo e ao dirigismo.

Após a revolução burguesa ocorrida na Inglaterra entre 1640 e 1660, surge uma nova realidade na qual a organização social é baseada na propriedade. Esta nova ordem inspira uma ideologia que a justifique, ressaltando suas diferenças em relação à ordem anterior, a servidão. O nome utilizado para se referir a este conjunto de ideias deriva dos pilares constitutivos da ordem capitalista, propriedade e liberdade. É exatamente esse último conceito que dá nome ao novo ideário. A partir daí, o liberalismo torna-se a ideologia da sociedade capitalista, ou burguesa.
A proposta da nascente teoria é que todos podem alcançar o mais alto nível de prosperidade de acordo com seu potencial, aplicando seus valores, atividades e conhecimentos, com o maior grau de liberdade possível, em uma sociedade que reduza ao mínimo os inevitáveis conflitos sociais. Outros dois aspectos vitais que dão forma à doutrina liberal são a tolerância e a confiança na força da razão.
A doutrina liberal defende ainda que os governos não costumam representar os interesses de toda a sociedade, e que se concentram em favorecer seus eleitores ou determinados grupos de pressão. Os liberais tradicionalmente desconfiam das intenções da classe política e não têm muitas ilusões a respeito da eficiência dos governos. O liberal tradicional sempre se coloca na posição de crítico permanente das funções dos servidores públicos, vendo com grande ceticismo a função do governo de redistribuidor da renda, eliminador de injustiças ou “motor da economia”.
Um dos mais conhecidos entusiastas da doutrina liberal foi Adam Smith, que enaltecia as liberdades individuais, mas não desqualificava o Estado como representante do bem comum, como ocorreria posteriormente. Para Smith, as ações individuais, influenciadas pelo interesse próprio seriam guiadas infalivelmente por uma 'mão invisível' no sentido da realização do bem comum.
O liberalismo clássico, como descrito aqui, prevaleceu nas ações governamentais dos países mais desenvolvidos durante todo o século XIX, estendendo-se até o início do século. Era a doutrina preferida de todos os importantes economistas até a grande quebra da bolsa de Nova Iorque, em 1929. A partir daí, o liberalismo ficou em segundo plano, ofuscado pela social-democracia, para renascer no ocaso desta no final do século como neo-liberalismo.


Protecionismo
Protecionismo é uma doutrina, uma teoria que prega um conjunto de medidas a serem tomadas no sentido de favorecer as atividades econômicas internas, reduzindo e dificultando ao máximo, a importação de produtos e a concorrência estrangeira. Tal teoria é utilizada por praticamente todos os países, em maior ou menor grau. 
Alguns exemplos de medidas protecionistas: 

- Criação de altas tarifas e normas técnicas de qualidade para produtos estrangeiros, reduzindo a lucratividade dos mesmos; 

- Subsídios à indústria nacional, incentivando o desenvolvimento econômico interno; 
- Fixação de quotas, limitando o número de produtos, a quantidade de serviços estrangeiros no mercado nacional, ou até mesmo o percentual que o acionário estrangeiro pode atingir em uma empresa. 

O responsável pela fiscalização do comércio entre os países e dos atos protecionistas que os mesmos adotam é a OMC (Organização Mundial do Comércio), cujo papel é promover a liberalização do comércio internacional. O protecionismo é vantajoso, em tese, pelo fato de proteger a economia nacional da concorrência externa, garantir a criação de empregos e incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias. No entanto, estas políticas podem, em alguns casos, fazer com que o país perca espaço no mercado externo; provocar o atraso tecnológico e a acomodação por parte das empresas nacionais, já que essas medidas tendem a protegê-las; além de aumentar os preços internos. 

Vale ressaltar também que a diminuição do comércio, conseqüência natural do protecionismo, enfraquece políticas de combate à fome e ao desenvolvimento dos países pobres.




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