
ESTE ESPAÇO É DEDICADO AOS ALUNOS E INTERESSADOS EM ASSUNTOS RELACIONADOS À NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. TEREMOS MATÉRIAS, AULAS E VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO. ABAIXO SEGUE OS PRIMEIROS ENDEREÇOS ELETRÔNICOS SOBRE O ASSUNTO.
ATENÇÃO ALUNOS AS NOTAS (N2 e Média Final) JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS NA PARTE DEBAIXO DSTE BLOG. NAS COLUNAS QUE ESTÃO EM BRANCO, É NECESSÁRIO CLICAR EM CIMA DA LINHA CORRESPONDENTE PARA VISUALIZAR A NOTA. ABCS... QUALQUER COISA SE COMUNIQUEM NO MEU E-MAIL - costa-garcia@ig.com.br
TEXTOS - AULAS:
1) Um Ensaio Sobre o Comércio Exterior2a) Protecionismo, dumping
3) produtividade e competitividade
4) Produtividade: Brasil leva uma surra dos EUA
5) PIB: conceitos; PIB per capita; A visão de Pikety sobre a Renda
6) balanço de pagamentos
7) regras basicas-que-sua-empresa-precisa-praticar-no-comercio-exterior/89095/
8)negociação com o importador
N2 - Textos 9 , 10 , 11e 12 - PROVA dia 02/12/2016
9) logística interncional
10) como iniciar exportações e importações
11 BRICS
12 Recursos Humanos multinacionais brasileiras e estrangeiras
REPORTAGENS JORNAIS E REVISTAS:
1) Perda competitividade2) superavit Balança Comercial
3 Brasil, um país fechado
VÍDEOS:
vídeo 1 ) Comércio Internacional
vídeo 2) origem do comercio internacional e a OMC
vídeo 3) Produtividade
vídeo ; países más ricos
2b) Liberalismo e Protecionismo
Recebe o nome de liberalismo
econômico a ideologia de que estado não deve intervir nas
relações econômicas que existem entre indivíduos, classes ou nações. O liberalismo defende o livre uso, da parte
de cada indivíduo ou membro de uma sociedade, de sua propriedade, sendo
partidário da livre-empresa, em oposição ao socialismo e
ao dirigismo.
Após a revolução burguesa ocorrida
na Inglaterra entre 1640 e 1660, surge uma nova realidade na qual a organização
social é baseada na propriedade. Esta nova ordem inspira uma ideologia que a
justifique, ressaltando suas diferenças em relação à ordem anterior, a
servidão. O nome utilizado para se referir a este conjunto de ideias deriva dos
pilares constitutivos da ordem capitalista, propriedade e liberdade. É
exatamente esse último conceito que dá nome ao novo ideário. A partir daí, o
liberalismo torna-se a ideologia da sociedade capitalista, ou burguesa.
A proposta da nascente teoria é que
todos podem alcançar o mais alto nível de prosperidade de acordo com seu
potencial, aplicando seus valores, atividades e conhecimentos, com o maior grau
de liberdade possível, em uma sociedade que reduza ao mínimo os inevitáveis
conflitos sociais. Outros dois aspectos vitais que dão forma à doutrina liberal
são a tolerância e a confiança na força da razão.
A doutrina liberal defende ainda que os
governos não costumam representar os interesses de toda a sociedade, e que se
concentram em favorecer seus eleitores ou determinados grupos de pressão. Os
liberais tradicionalmente desconfiam das intenções da classe política e não têm
muitas ilusões a respeito da eficiência dos governos. O liberal tradicional
sempre se coloca na posição de crítico permanente das funções dos servidores públicos,
vendo com grande ceticismo a função do governo de redistribuidor da renda,
eliminador de injustiças ou “motor da economia”.
Um dos mais conhecidos entusiastas da
doutrina liberal foi Adam Smith, que enaltecia as liberdades
individuais, mas não desqualificava o Estado como representante do bem comum,
como ocorreria posteriormente. Para Smith, as ações individuais, influenciadas
pelo interesse próprio seriam guiadas infalivelmente por uma 'mão invisível' no
sentido da realização do bem comum.
O liberalismo clássico, como descrito
aqui, prevaleceu nas ações governamentais dos países mais desenvolvidos durante
todo o século XIX, estendendo-se até o início do século. Era a doutrina
preferida de todos os importantes economistas até a grande quebra da
bolsa de Nova Iorque, em 1929. A partir daí, o liberalismo ficou em
segundo plano, ofuscado pela social-democracia, para renascer no ocaso desta no
final do século como neo-liberalismo.
Protecionismo
Protecionismo
é uma doutrina, uma teoria que prega um conjunto de medidas a serem tomadas no
sentido de favorecer as atividades econômicas internas, reduzindo e
dificultando ao máximo, a importação de produtos e a concorrência estrangeira.
Tal teoria é utilizada por praticamente todos os países, em maior ou menor
grau.
Alguns exemplos de medidas protecionistas:
Alguns exemplos de medidas protecionistas:
- Criação de altas tarifas e normas técnicas de qualidade para produtos estrangeiros, reduzindo a lucratividade dos mesmos;
- Subsídios à indústria nacional, incentivando o desenvolvimento econômico interno;
- Fixação de quotas, limitando o número de produtos, a quantidade de serviços estrangeiros no mercado nacional, ou até mesmo o percentual que o acionário estrangeiro pode atingir em uma empresa.
O responsável pela fiscalização do comércio entre os países e dos atos protecionistas que os mesmos adotam é a OMC (Organização Mundial do Comércio), cujo papel é promover a liberalização do comércio internacional. O protecionismo é vantajoso, em tese, pelo fato de proteger a economia nacional da concorrência externa, garantir a criação de empregos e incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias. No entanto, estas políticas podem, em alguns casos, fazer com que o país perca espaço no mercado externo; provocar o atraso tecnológico e a acomodação por parte das empresas nacionais, já que essas medidas tendem a protegê-las; além de aumentar os preços internos.
Vale ressaltar também que a diminuição do comércio, conseqüência natural do protecionismo, enfraquece políticas de combate à fome e ao desenvolvimento dos países pobres.
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